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Gripe A
O Plano de Contingência da Escola
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Introdução
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PLANO DE CONTINGÊNCIA
DA ESCOLA SALESIANA DO ESTORIL |
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Introdução
A possibilidade de
ocorrência a breve prazo, de uma pandemia de gripe humana, decorrente da
possível transmissão generalizada do vírus da gripe suína H1N1,
constitui preocupação crescente de governos, de diferentes organizações
internacionais, como a Organização Mundial de Saúde e naturalmente
também das comunidades educativas das Escolas. O alarmismo em torno de
uma eventual epidemia de Gripe A pode gerar, muitas dúvidas e ansiedade.
No momento em que se desenvolve esta doença, que pode derivar em
consequências pandémicas, são essenciais a informação e a prevenção para
conter a propagação do contágio e limitar os danos causados. Diante dos
indicadores que permitem antecipar cenários capazes de prever o
comportamento e o desenvolvimento, da propagação da infecção, surge a
necessidade de intensificar todos os processos que ajudem em primeiro
lugar à sua prevenção, para consequentemente também se saber actuar em
caso da presença da gripe. As previsões apontam para um contágio de 10%
a 25% da população portuguesa, mas continua a haver grande incerteza
quanto ao comportamento do vírus.
As escolas assumem um
papel importante na prevenção da gripe, dada a possibilidade de contágio
rápido e propagação fácil entre os seus alunos e profissionais. Explicar
às crianças e jovens quais as manifestações da doença e as suas formas
de transmissão, introduzir rotinas de higiene e lavagem das mãos,
consciencializar a comunidade educativa para as diferentes medidas a
tomar em caso dos sintomas, são acções a desenvolver com eficácia para
minorar os efeitos da doença.
Neste sentido, a Escola
Salesiana do Estoril elaborou um plano de contingência para dar resposta
às necessidades que forem surgindo nas diferentes fases de
desenvolvimento da doença de modo a minimizar os efeitos que esta poderá
ter em toda a comunidade escolar, de acordo com as indicações emanadas
do Ministério da Educação e da Saúde.
Este plano tem como prazo
de vigência o ano lectivo de 2009/2010 e deve ser encarado como um
conjunto de orientações passível de ser ajustado, não só face à
intensidade e gravidade da pandemia, como também de acordo com as
orientações emanadas da Direcção Geral de Saúde e do Ministério da
Educação.
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O Plano de Contingência
da ESSA
O Plano de Contingência
consiste “num conjunto de medidas e acções que deverão ser aplicadas
oportunamente, de modo articulado, em cada fase da evolução da pandemia
da gripe”. O planeamento atempado de cada instituição, de acordo com as
diferentes fases da actividade gripal, é fundamental na redução do
impacto da pandemia, não só para a própria instituição, mas para toda a
comunidade educativa. Neste contexto, a Escola Salesiana do Estoril tem
vindo a desenvolver acções e medidas no sentido de preparar um plano de
contingência para uma possível pandemia e as acções a desenvolver em
cada um dos cenários possíveis. Planos de contingência não são
simplesmente “documentos”. Configuram cenários sobre o futuro e definem
as acções mais indicadas para cada cenário. São também um veículo
privilegiado para afinar, calibrar e partilhar conhecimentos,
expectativas realistas e esclarecimentos sobre o papel de cada um.
Dada a complexidade desta
situação e a atenção que merece da parte de todas as partes envolvidas
neste sector sensível da comunidade – direcção da escola, professores e
outros trabalhadores, alunos, pais e serviços de saúde pública – é
particularmente importante conseguir uma resposta de elevada qualidade.
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1 - Objectivos do Plano de
Contingência
O principal fim do Plano
de Contingência, em sintonia com os objectivos do Plano de Contingência
Nacional, é a detecção precoce de suspeitas clínicas da Gripe A (H1N1) e
a activação dos mecanismos de alerta previstos para que a escola
continue a ser um espaço aberto e a funcionar com a melhor normalidade
possível. Neste sentido, foram definidos como principais objectivos do
plano de contingência os seguintes pontos:
- minimizar o impacto da
pandemia nos alunos, professores e funcionários da Escola Salesiana do
Estoril;
- promover a continuidade
do processo de ensino-aprendizagem nos casos de absentismo de alunos e
professores;
- promover a formação e
treino de todos os alunos, professores e funcionários da Escola
Salesiana;
- desenvolver um plano de
comunicação com os alunos, professores, funcionários e familiares, em
caso de doença;
- assegurar uma resposta
coordenada com as outras instituições, nomeadamente as de saúde,
envolvidas na resposta à pandemia;
- intensificar a
informação e acções relativas a medidas de controlo de infecção (higiene
pessoal e das instalações);
- optimizar a utilização
de instalações e serviços da Escola e planear a sua maximização de
acordo com a necessidade;
- estimar as necessidades
de cuidados a serem prestados e recursos exigidos, nas diferentes fases
da possível pandemia.
2 -
Coordenação e Planeamento
2.1 - Equipa de
coordenação
Sob a responsabilidade do
Director Pedagógico, Pe. Joaquim Taveira da Fonseca, é criada uma equipa
coordenadora que se responsabiliza pelas diversas acções, iniciativas,
actividades e procedimentos, de que fazem parte:
- D. Ana Margarida
Vasconcelos Nogueira (Enfermaria)
- Enferm. Lília Marina de
Sousa Vaz (Enfermaria)
- Directores de Ciclo
(Dra. Leonor Grácio, Dr. André Gomes, Dr. João Matos, Pe. Tarcízio
Morais)
- Responsável dos
Funcionários (Sr. Francisco Manuel Balouta Araújo).
Esta
equipa, em plena colaboração com as entidades oficiais, avalia e actua
de acordo com as indicações da Unidade de Saúde e o Delegado de Saúde,
aponta as acções a desenvolver nas diferentes etapas de desenvolvimento
dos cenários da Gripe A (H1N1). Esta equipa operacionalizará todas as
iniciativas de prevenção e controlo, indicando os procedimentos a tomar
em cada situação da doença (prevenção, monitorização e actuação de
medidas extraordinárias, mesmo as não referidas neste documento).
Para isso, desenvolverá apoio e consultadoria a
todos os membros da comunidade educativa, acompanhando a execução das
medidas necessárias, ajustadas aos diferentes cenários de evolução da
pandemia, assegurando que cada um saiba o que fazer e como fazer.
2.2 - Cadeia de "Comando
e Controlo"
A Cadeia de Comando e
Controlo definem a liderança e coordenação em cada situação. Ela tem
autoridade para tomar decisões e actuar em conformidade a todos os
níveis de intervenção. A seguir indicam-se os papéis dos responsáveis de
cada sector que, na ausência dos mesmos, deverão ser desempenhados pelos
respectivos substitutos, sob a supervisão do coordenador.
2.3 - Planeamento da Comunicação
O início do ano escolar é
potencialmente o momento de maior risco de contágio e aquele em que mais
necessário será comunicar as informações fundamentais a todos os membros
da comunidade educativa. Toda a comunicação interna deve ter neste
primeiro momento de carácter eminentemente preventivo, com acções de
formação concretas para todos os agentes.
2.4
-
Divulgação da Informação
A divulgação de
informação de fontes nacionais e internacionais credíveis e criação de
fontes próprias para formação sobre práticas de rotina de controlo de
infecção (higiene das mãos e etiqueta respiratória), são os fundamentos
acerca da gripe pandémica (sinais e sintomas, formas de transmissão,
tratamento, vacinação), medidas de protecção pessoal, familiar e
comunitária e prestação de cuidados de saúde aos doentes (de acordo com
o plano de contingência nacional) constituem um primeiro elemento de
comunicação e prevenção. A par da acção divulgativa, tenha-se em conta:
- o desenvolvimento de um
plano de comunicação com os alunos, professores, funcionários e
familiares;
- a criação de materiais
para comunicar as medidas de controlo de infecção respiratória,
nomeadamente autocolantes, cartazes, panfletos e vídeos;
- a reflexão e a
realização de trabalhos sobre o tema e discutir dúvidas com os alunos.
A ESSA disponibilizará
toda a informação pertinente no seu sítio na internet (em área dedicada)
e junto às zonas de entrada da Escola. Os mesmos meios serão usados para
fornecer informação aos pais sobre a evolução da situação na escola e
esclarecer eventuais dúvidas. Sempre que necessário serão utilizados
links para páginas Web de organizações nacionais e internacionais, em
particular, a Direcção Geral da Saúde e a Organização Mundial de Saúde,
fornecendo as fontes nacionais e internacionais de informação
actualizada sobre a gripe pandémica.
2 .5
- Comunicação – Informação
entre Família e Escola
Os Encarregados de
Educação deverão informar a Escola no caso do seu educando(a) faltar,
independentemente do motivo.
Manter-se-ão actualizadas as listas de contactos dos Encarregados de
Educação, dos profissionais da Escola, dos responsáveis e seus
substitutos.
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3 -
Medidas de Prevenção
3.1.
-
Consumíveis necessários
Em antecipação ao início
do ano escolar, a Administração providenciará a aquisição, armazenamento
e a disponibilização do material necessário para as medidas de prevenção
da transmissão de infecção (sabão, lavatórios, solução alcoólica para
desinfecção das mãos, toalhetes e lenços descartáveis, baldes do lixo
para áreas comuns).
A Escola Salesiana
disponibiliza desinfectante alcoólico nas entradas das salas de aula,
entradas na escola e outros pontos estratégicos. Contudo, é obrigatório
que cada aluno tenha, para uso pessoal lenços de papel e doses de uma
solução anti-séptica de base alcoólica (em doses de bolso (100ml) ou em
carteiras individuais de toalhetes de uso único). Na papelaria estarão à
venda lenços de papel que terão de ser usados (uma única vez) em caso de
tosse ou espirro.
4 - Formação
Na sala de aula bem como
noutros espaços educativos, é muito importante o papel do professor e/ou
do director de turma na criação, dinamização e manutenção de rotinas de
higiene e de limpeza de todos. Para isso é essencial a formação dos
agentes da comunidade educativa.
- Profissionais: no
início de Setembro, deverão ser informados, através de uma reunião geral
de professores, pessoal não docente e profissionais sobre as medidas
de prevenção, higiene pessoal e do ambiente escolar – que deverão que
deverão ter-se em conta.
- Alunos: nos primeiros
dias de aulas os professores e/ou os directores de turma, na sala de
aula bem como noutros espaços educativos, deverão informar os alunos
sobre as medidas de prevenção; tudo isto não dispensa que as Educadoras
e Professores tenham em conta uma contínua formação junto dos alunos,
bem como a apresentação de boas práticas estabelecidas (lavagem de mãos,
distância de segurança, contactos físicos, limpeza dos materiais, tosse,
espirros, etc.).
- Pais / Encarregados
de educação: em Setembro, através de reuniões com os directores de
turma, os pais deverão ser informados sobre as medidas de prevenção – de
higiene pessoal e de higiene do ambiente escolar – que os seus filhos /
educandos deverão adoptar; serão ainda informados de que as crianças não
poderão apresentar-se com sintomas de febre ou outros sinais de gripe.
5 - Higiene pessoal e
ambientes
A higiene é muito
importante para evitar o contágio e lavar frequentemente as mãos é a
melhor medida de prevenção. Devem ainda manter-se limpas as superfícies
que estão mais vezes em contacto com as mãos (telefones, mesas de
refeições, bancas de cozinha, puxadores de porta, torneiras), usando um
desinfectante (água com lixívia ou outro).
5.1 - Lavagem das mãos
A lavagem sistemática das
mãos deve tornar-se uma rotina sempre que os alunos chegam à escola
vindos da rua, após tossir, espirrar ou assoar-se, bem como a utilização
de brinquedos, teclados e ratos de computador ou outros materiais
escolares de uso partilhado; igualmente terão os mesmos cuidados antes
das refeições, idas à casa de banho, contacto com pessoa doente ou com
sintomas gripais, contacto com roupas e objectos manuseados pelo doente;
deve-se evitar tocar na boca, no nariz ou nos olhos, sem previamente ter
as mãos lavadas.
5.2
-
Uso de lenços de papel
O uso do lenço de papel
torna-se obrigatório, pelo que cada aluno deve ter para uso pessoal o
número de lenços necessários; deve ser usado para proteger a tosse ou os
espirros, inutilizando-o logo a seguir, colocando-o no caixote do lixo;
se não tiver lenço, deve tossir para o antebraço e nunca para as mãos.
5.3
- Cumprimentos
O cumprimento passará a
ser verbal inibindo-nos do abraço, aperto de mão ou beijo. Os alunos não
deverão dar as mãos nem estarem demasiado próximos uns dos outros.
5.4 - Arejamento
Os Professores,
vigilantes e demais colaboradores da higiene e segurança, providenciarão
para que haja um contínuo arejamento dos locais utilizados. Os
Professores deverão ser os últimos a abandonar a sala de aula e, com a
colaboração dos delegados de turma, providenciarão à abertura das
janelas e portas.
5.5 - Ambientes fechados
Serão de evitar os
ambientes fechados e desdobrar-se-ão os grupos de alunos de forma a que
haja menos alunos em cada espaço; evitar locais muito frequentados e a
proximidade de pessoas com sinais de doença gripal; é aconselhável
manter uma distância superior a 1 metro.
5.6 - Higiene nas
instalações
Haverá um reforço na
limpeza (através de colaborador específico para o efeito) de WC’s,
puxadores de portas, corrimãos, interruptores de luz e demais zonas onde
se utilize o contacto manual. Os teclados dos computadores serão
desinfectados pelos utilizadores no final de cada trabalho. Para esta
limpeza, é suficiente a utilização de um produto comum de desinfecção
doméstica.
5.7 - Ambientes específicos
- Ginásio – material:
não usar os colchões de ginástica e efectuar uma limpeza frequente dos
plintos, bolas e outro material.
- Ginásio – balneários:
reforço na frequência da limpeza dos balneários e dos cabides.
- Biblioteca / Centro
de Recursos: limpeza de teclados e ratos dos computadores.
- Bar: evitar, dentro
do possível, as filas e assegurar o reforço da higiene e sanidade das
funcionárias e do
serviço.
- Cantina: reforço da
higiene e sanidade dos funcionárias e pessoal de serviço; lavagem dos
tabuleiros após cada utilização e substituição dos toalhetes de papel
(articular com a empresa fornecedora).
- Portas: mantê-las
abertas, sempre que possível e proceder à limpeza dos puxadores;
- Janelas / superfícies
vidradas: recomendar a conveniência de não tocar e proceder à sua
limpeza com frequência.
- Material didáctico:
proceder à sua limpeza e desinfecção.
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6 - Medidas de Controlo da
Gripe
6.1 - Despistagem
O Encarregado de Educação
é responsável por:
- todas as manhãs medir a
temperatura ao seu/sua educando(a);
- informar a Escola no
caso da criança apresentar sintomas ou se se confirmar o contágio;
- informar a Escola se
o/a aluno/a ou membro da família se ausentar do país, no desempenho de
qualquer tarefa;
Na Escola, poderão vir a
ser utilizadas técnicas sistemáticas de medição de temperatura para
despistar possíveis casos de gripe A.
6.2 - Actuação perante um aluno
que apresente febre ou outros sintomas gripais
6.2.1 - Em casa
Não poderá vir para a
Escola e deverá contactar o seu pediatra ou a linha Saúde - 808 24 24
24; de imediato, informará a Escola, contactando o Professor Titular ou
Director de Turma. Os alunos com Gripe não devem regressar à Escola
durante um período de 7 dias, ou até à alta clínica, se os sintomas
persistirem por mais tempo. Quando regressarem à Escola Salesiana, os
alunos devem ser portadores de um Atestado médico autorizando a sua
vinda para as aulas. Os familiares criem alternativas de transporte para
o aluno de e para a Escola e precauções para a estadia em casa.
6.2.2 - Na Escola
No caso de um(a)
aluno/a manifestar febre e outros sintomas gripais durante a permanência
na Escola, deve ser isolada das restantes crianças e mantida na sala de
isolamento, acompanhada por um adulto, até à chegada dos pais.
Tão breve quanto possível, a família
deslocar-se-á à Escola para levar seu educando. Deve ser contactada a
Linha Saúde 24: 808 24 24 24 e seguidas as orientações quanto às medidas
a adoptar. Os adultos que acompanhem a criança deverão usar máscara de
protecção e adoptar os devidos cuidados de higiene. Se possível, a
criança deverá usar máscara de protecção, adaptada ao tamanho da face.
6.3
Actuação perante um
profissional que apresente febre e sintomas gripais
6.3.1 - Em Casa
Não poderá apresentar-se
na Escola e deverá contactar a linha Saúde - 808 24 24 24; de imediato
informará a Escola. Não devem regressar à escola, durante um período de
7 dias, ou até à alta clínica se os sintomas persistirem por mais tempo.
Quando regressar à Escola Salesiana, o funcionário ou professor deve ser
portador de um Atestado médico autorizando a sua vinda para o trabalho.
6.3.2 - Na Escola
O funcionário ou
professor será conduzido a um local criado para o efeito e, tão breve
quanto possível, será conduzido a sua casa. A Escola contacte a Linha
Saúde 24 - 808 24 24 24 - para obtenção de orientação quanto aos
procedimentos a adoptar. A Escola dará conhecimento ao Delegado de
Saúde.
6.4 - Sala de Isolamento
A sala de isolamento para
alunos e professores ou funcionários que manifestem febre ou sintomas
gripais funcionará na enfermaria. Em caso de sobrelotação desta, será
disponibilizada a sala de Exposição.
6.4.1 - Regras de Isolamento
Nesta sala serão
colocados os doentes até que se retirem da Escola. Ninguém
deve entrar
nesta sala sem máscara.
A sala de isolamento
será utilizada apenas para este fim. Será limpa e arejada
convenientemente; após a sua utilização, a porta estará fechada. A sala
será equipada com uma marquesa, um dispositivo dispensador de solução
anti-séptica de base alcoólica , termómetro, pacote de máscaras e luvas.
6.4.2 - Medidas a adoptar na Sala
de Isolamento
1. Colocar uma máscara
ao suspeito de infecção.
2. Proceder a um
simples questionário, já anteriormente elaborado (sintomas anteriormente
manifestados).
3. Verificar a
temperatura corporal. Fornecer, caso pareça oportuno, um antipirético
para baixar a febre.
4. Após contacto com a
Linha de Saúde 24 (808 24 24 24), seguir as orientações recebidas.
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7 -
Manutenção das Actividades Escolares
Na fase pandémica da
actividade gripal, é previsível que surjam casos de profissionais ou
alunos doentes, com possível comprometimento da vida escolar, devido ao
absentismo daí decorrente. Esse absentismo poderá afectar diferentes
áreas de funcionamento da Escola. Por isso, o Plano de Contingência
permite que a Escola se prepare para lidar com esse disfuncionamento e
consoante as diversas situações surgidas, definindo actividades
essenciais a serem desenvolvidas.
7.1
Actividades essenciais e
prioritárias
Consideram-se as
seguintes actividades como essenciais e prioritárias:
- Aulas
- Acompanhamento de
alunos (vigilância)
- Bar e cantina
- Higiene e limpeza da
escola
- Serviços
administrativos (enfermaria e secretaria)
- Portaria
- Recepção/Telefone
7.2
Recursos humanos mínimos
para cada uma das áreas prioritárias
Na fase pandémica da
actividade gripal é previsível que surjam casos de profissionais ou
alunos doentes, com possível comprometimento da vida da escola devido ao
absentismo daí decorrente. Perante um cenário de elevado absentismo dos
professores ou profissionais, as condições mínimas para assegurar o
funcionamento da Escola, são as seguintes:
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ACTIVIDADES
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Nº de elementos |
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PORTARIA |
1 elemento |
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BAR |
2 elementos |
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MANUTENÇÃO E
LIMPEZA/DESINFECÇÃO DAS INSTALAÇÕES E APOIO ÀS ACTIVIDADES
LECTIVAS |
5 elementos |
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CANTINA |
3 elementos |
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SERVIÇOS
ADMINISTRATIVOS |
2 elementos |
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RECEPÇÃO/TELEFONE |
1 elemento |
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CUMPRIMENTO DO
PLANO DE EMERGÊNCIA E EVACUAÇÃO DA ESCOLA |
Todos os
elementos
presentes na
Escola |
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AULAS |
Os possíveis |
Para a manutenção das
actividades consideradas essenciais será assegurada a entrada dos
fornecedores de bens ou serviços, como géneros alimentares, material de
higiene ou funcionário dos CTT, a Escola disponibilizará, após
informação considerada relevante, o uso de máscara, fornecida pela
portaria.
O encerramento da
Escola será efectuado pelo Delegado de Saúde, após avaliação
epidemiológica da situação. Em caso de encerramento, as actividades que
necessitam de ser mantidas, se possível, são as seguintes:
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ACTIVIDADES
|
Nº de elementos |
|
Direcção |
1 elemento |
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Segurança
(portaria) |
1 elemento |
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Recepção/Telefone |
1 elemento |
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Serviços
Administrativos |
2 elementos |
7.3 Continuidade dos serviços
7.3.1
Absentismo dos
professores
Em cada Ciclo deverão
ser planeadas medidas de alteração anormal no funcionamento do ano
lectivo, nomeadamente relativas a programação curriculares ou alterações
de períodos de avaliação, no desenvolvimento de um plano de recuperação
de actividades pedagógicas. Estas medidas deverão ter em consideração
diferentes cenários possíveis, considerando diferentes períodos de
encerramento.
No caso de absentismo do
professor, a sua substituição será determinada pela equipa de
coordenação. Para o efeito gerir-se-ão os recursos humanos existentes,
tendo em conta o seguinte:
- Na educação
pré-escolar: o trabalho de equipa entre educadoras e vigilantes;
- no 1º ciclo do ensino
básico: o trabalho de equipa entre: 1) professoras do mesmo ano de
escolaridade e as vigilantes; 2) entre professoras de anos de
escolaridade diferentes e as vigilantes.
- nos restantes ciclos:
1) recorrer a processos de substituição, aulas de apoio e acompanhamento
de alunos; 2) entre os professores disponíveis, organizando uma escala
de serviço de actividades lectivas.
Se por decisão dos
organismos públicos de saúde (nomeadamente a Delegação de Saúde) ou por
absentismo generalizado dos colaboradores, não for possível manter a
Escola em funcionamento, providenciar-se-á para que, em regime de email,
os docentes mantenham as propostas pedagógicas diárias para os alunos.
Para o efeito utilizaremos as plataformas informáticas, ou o recurso ao
email (2º, 3º Ciclos e Ensino Secundário). Desta forma os alunos deverão
ter acesso a computador com ligação à internet.
7.3.2 -Alimentação
Em diálogo com a empresa
da Cantina (Procatering) e com os responsáveis do Bar, serão definidas
as necessidades em termos de fornecimento/aprovisionamento de bens
essenciais para a manutenção do funcionamento das instituições (comida
não perecível, água, electricidade, consumíveis e equipamento
necessário).
Contacto com a empresa
que fornece alimentação à Escola Salesiana (Procatering) para encontrar
forma de superação dos aprovisionamentos e absentismo na área da cantina
e refeitório.
7.3.3 - Outros serviços
Atendendo à complexidade
da nossa Escola, muitos outros serviços deverão apresentar uma resposta
articulada em caso de necessidade: os transportes escolares,
fornecimento de electricidade e água, serviços internos e externos,
meios de comunicação, instituições e parceiros que colaboram com a
Escola. Para cada necessidade, a equipa coordenadora encontrará as
soluções mais adequadas, em cada situação, para uma resposta pronta e
eficaz.
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8 -
Parceiros com quem deve ser estabelecida
uma adequada
articulação
- Bombeiros Voluntários
- Câmara Municipal
(Serviços de Protecção Civil)
- Centro de Saúde de S.
João
- Hospital de Cascais
- Empresa de Higiene e
Segurança no Trabalho
- Empresa “Procatering”
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9 - Responsabilidade
colectiva e normas de conduta
Todos os membros da
comunidade escolar são moralmente responsáveis por cumprir as instruções
oriundas das instâncias escolares ou dos organismos externos com
responsabilidades em matéria de controle da pandemia. Isto quer dizer
que todas as pessoas com os sintomas gripais atrás identificados
deverão, de imediato, abster-se de frequentar a Escola e, em acréscimo,
estabelecer o primeiro contacto de aviso através dos canais abertos para
o efeito. Deverão, igualmente, ser receptivos à necessidade de
informação da Escola, nomeadamente em matéria de confirmação (ou não) de
infecção pelo vírus H1N1.
A ESSA, por seu lado,
dentro da autonomia que lhe são atribuídos, tudo fará para prestar o
necessário apoio aos seus elementos vítimas de contágio, no local de
trabalho.
Aconselha-se, ainda,
todos os membros da comunidades escolar a estar atentos às recomendações
da Direcção Geral de Saúde, nomeadamente as efectuadas em matéria de
higiene e de prevenção de situações potencialmente genéticas em matéria
de contágio. Em caso de sintomatologia suspeita, para além do que atrás
se define, deverão os membros da comunidade escolar contactar a linha
pública posta à disposição da população em geral (808 24 24 24).
Finalmente, até
disposição geral do supra citado e salvo situações devidamente
justificadas, é interdito o uso de máscaras nas instalações escolares.
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10
-
Avaliação
O plano de contingência
deverá ser reavaliado e actualizado sempre que se justifique. Terminada
a fase pandémica, a equipa operativa deve elaborar um relatório que
evidencie os aspectos que correram bem e os que mereceram ajustamentos.
Esta análise permitirá melhorar eventuais novos Planos de Contingência e
a capacidade de resposta a situações de crise que possam vir a ocorrer
no futuro.
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